Doença do Edema

Doença do Edema

A Doença do Edema é uma toxi-infecção que afeta, principalmente, leitões entre 4 e 15 dias após o desmame, e, eventualmente, animais com mais de 60 dias. Os sinais clínicos e lesões estão associados a uma toxina produzida pela Escherichia coli (E. coli) que age na parede de vasos sanguíneos, onde causa injúria vascular sistêmica. A doença aparece abruptamente e geralmente afeta os leitões de crescimento rápido, os melhores do lote. A letalidade é alta, e em alguns lotes a mortalidade pode chegar a 100%.

Em um surto de Doença do Edema, geralmente os primeiros sinais clínicos observados são morte súbita de animais, seguida de identificação de animais com dispneia (dificuldade respiratória) em função de edema pulmonar, transtornos nervosos (edema cerebral) como incoordenação motora e cegueira. Na fase final os sintomas evoluem para tremores, paralisia, convulsões, decúbito lateral com movimentos de pedalagem, coma e morte.

Os suínos afetados raramente se recuperam. Para evitar o surgimento de novos casos da doença no mesmo lote ou em lotes seguintes, têm sido adotadas estratégias para prevenir a proliferação exagerada de cepas patogênicas de E. coli no intestino: a utilização de antibióticos injetáveis em animais com sinais clínicos e medidas preventivas principalmente relacionadas ao manejo alimentar dos animais.

Fonte: MORÉS, N; MORÉS, M. A Z. Doença do Edema. In: SOBESTIANSKY, J. Doenças dos suínos / Editores: Jurij Sobestiansky, David Barcellos. Goiânia: Cânone Editorial, 2007. p 141-145.

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